Depositei rosas no teu corpo.
Na poeira celestial, no crepúsculo, os deuses atentamente observavam-nos.
Ofereceste-me lama numa bandeja de prata
Banhada pela lua.
Eu, ingénua, ofereci-te ouro que tirei dos raios de sol.
Aqueci-te a pele e tu acendeste-me a ilusão de uma forma persuasiva.
Mas nem o sol nem a lua trouxeram uma palavra tua
Apesar de tudo esse brilho ainda cintila.
E a dor já não é aquela que mata.
Porque é na solidão que choramos
Porque é na entrega que amamos...
domingo, 30 de agosto de 2009
Porque ainda...
Publicada por Oriana à(s) 10:33 p.m. 3 comentários
domingo, 23 de agosto de 2009
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